IA para Líderes
O papel humano em tempos de inteligência artificial


O que há de humano na era da inteligência artificial?
Quando você lê “IA para líderes”, pensa em preposição ou em verbo?
Calma, não é aula de gramática. É uma provocação necessária.
Você acredita que a inteligência artificial trabalha para você ou que ela vai te parar?
Muito além do jogo de palavras, esta é a questão central do nosso tempo. A IA tem tudo para ser a ferramenta capaz de ampliar a relevância da sua carreira ou da sua organização.
Mas isso só acontece quando há entendimento, critério e decisão. Sem eles, a velocidade e a profundidade das transformações tendem a tirar do jogo personagens que eram protagonistas.
A tecnologia avançou. A responsabilidade continua sendo nossa.
Ajudo quem decide a manter o comando humano em um mundo atravessado pela tecnologia.
















Quem é Gabriela de Paula?
Sou jornalista, com mais de 20 anos de atuação entre redações, comunicação institucional e projetos de inovação. Minha trajetória atravessa ambientes onde linguagem, reputação e poder de decisão caminham juntos. Do jornalismo diário à estratégia de grandes organizações.
Fui âncora e repórter em veículos como BandNews FM, Band TV e Grupo Metrópole; atuei na comunicação institucional da Telefônica Vivo; e colaborei com projetos estratégicos para marcas e instituições como Petrobras, Ambev, Bosch, Embasa, Enel, Sebrae e Bahiagás. Sou palestrante TEDx e levo esse debate também a fóruns nacionais e internacionais, como Gramado Summit (inclusive Punta del Este) e iniciativas ligadas ao Pacto Global da ONU e à Semana do Clima, em Nova York.
Essa vivência prática sustenta o lugar que ocupo hoje: pensar o papel humano em tempos de inteligência artificial a partir da experiência – não da abstração.
Você não compete com a IA.
Você decide com a IA.
Trabalho com lideranças e organizações que entendem que inovar não é apenas adotar novas ferramentas, mas elevar a qualidade das decisões.

Palestras e Keynotes:
Futuro
Talks que provocam reflexão sobre futuro, inteligência artificial, comunicação e cultura, sempre a partir do impacto humano das transformações tecnológicas. O foco não está na ferramenta da vez, mas nas decisões, dilemas e responsabilidades que recaem sobre quem lidera.

Workshops estratégicos: Tecnologia aplicada
Workshops desenhados para lideranças e equipes de decisão que precisam pensar antes de agir. Espaços de reflexão aplicada, onde tecnologia, contexto e cultura se encontram para qualificar escolhas reais, não exercícios teóricos.

Consultoria de inovação:
Liderança relevante
Consultoria voltada à leitura crítica de cenários, riscos e oportunidades na interseção entre comunicação, cultura de inovação e inteligência artificial. O trabalho apoia lideranças na construção de decisões mais conscientes, éticas e sustentáveis em ambientes de alta complexidade.

Experiência
Onde essa conversa já acontece
Minha atuação já impactou milhares de pessoas em eventos, formações e projetos no Brasil e no exterior. Atuo tanto no palco quanto nos bastidores estratégicos, em contextos onde a tecnologia já afeta decisões reais, reputações institucionais e modelos de negócio.

O futuro deve ser construído
A inteligência artificial pode acelerar processos. Não pode decidir por nós. Se a sua organização precisa pensar antes de agir – e assumir responsabilidade pelas escolhas que faz – essa conversa pode fazer sentido.
O futuro não é automático.
Quem decide continua sendo humano.